Um episódio trágico e cercado de mistérios abalou a rotina da Bowe nesta quarta-feira (28).
Segundo relatos preliminares, uma funcionária teria sido vista em cima de uma escada, tentando conter o avanço das teias de aranha que vêm dominando as luminárias da entrada do escritório. Foi nesse momento que, por razões ainda desconhecidas, ela teria sofrido uma queda fatal.
As teias são as mesmas que, desde terça-feira (27), vêm alterando o clima do escritório — e que, até então, só haviam feito vítimas entre as frutas da copa.
O que aconteceu
De acordo com as primeiras informações, a funcionária subiu na escada de alumínio por iniciativa própria: sem pauta, sem convite no calendário e sem avisar no grupo da equipe. O objetivo, segundo colegas, era remover as teias que envolviam as luminárias de globo da entrada — uma tarefa que não constava em nenhum quadro de atividades e que, até o fechamento desta edição, ninguém sabe dizer a quem pertencia.
O registro do momento, obtido pela redação, mostra a funcionária já em pleno ar, com um dos pés ainda apoiado no topo da escada e um braço estendido em direção às luminárias — como quem tenta, até o último instante, alcançar a última teia.
Acidente ou algo mais?
O que inicialmente parecia um acidente doméstico dentro do ambiente corporativo passou a levantar questionamentos. Testemunhas relatam circunstâncias incomuns, e a hipótese de que a queda tenha sido provocada intencionalmente não está descartada.
A primeira delas é a própria escada, que permaneceu perfeitamente de pé, sem um arranhão — e, segundo quem estava no local, sem demonstrar qualquer remorso. Os degraus, por sua vez, estavam marcados com fitas azuis cuja origem e finalidade ainda não foram esclarecidas.
A queda em si também foi descrita como "lenta demais", "elegante demais" e "com o cabelo arrumado demais" para um acidente comum. Mas o detalhe que mais intriga os investigadores é outro: havia alguém com o celular apontado para a escada exatamente no momento da queda. A pergunta que a apuração tenta responder é simples — por quê?
Quem estava por perto
A sala de reuniões de vidro, ao fundo da imagem, aparece vazia. Ou, ao menos, é o que parece: fontes lembram que, na Bowe, salas vazias costumam esconder mais do que revelam.
O ventilador de torre foi procurado mais uma vez e negou envolvimento — é a terceira vez em pouco mais de um mês. O RH também foi consultado e pediu, novamente, para não ser envolvido.
A conexão com o portal
Investigadores também apuram uma possível conexão entre o episódio, o avanço inexplicável das teias e o fenômeno previsto para esta quinta-feira (29): a suposta abertura de um portal para o submundo do terror corporativo.
A linha de investigação ganhou força depois que um colaborador lembrou que a queda aconteceu justamente na entrada do escritório, "que é, tecnicamente, uma porta". A redação não conseguiu refutar o argumento.
Para os astrólogos corporativos ouvidos na véspera, o episódio pode ser um sinal de que a abertura está próxima: quando as teias começam a derrubar quem tenta removê-las, é porque algo do outro lado prefere que elas fiquem exatamente onde estão.
A investigação
A identidade de possíveis envolvidos e a motivação por trás do ocorrido permanecem desconhecidas. O caso segue sob investigação, e novas evidências poderão mudar os rumos da apuração.
"Ainda é cedo para falar em crime. Mas também é cedo para falar em acidente. E já está tarde para alguém ficar sozinho naquela entrada."
Investigador do caso, que pediu para não ser identificado
A Legitimate News continuará acompanhando o caso. Até lá, recomendamos cautela com escadas, luminárias e colegas que estejam agindo de maneira suspeita. 🕷️